Da Pranchinha para o Longboard.

Essa semana fui surpreendida com uma mensagem muito querida de uma seguidora, a Thayane, e me super inspirou para escrever pra vocês. Então vou contar como foi que eu sai da pranchinha e fui pro Longboard.

Eu comecei tentando surfar de pranchinha com 23 anos. Como eu morava em São Paulo, apenas surfava quando ia à praia aos finais de semana. Os amigos iam me dando toques, mas a pouca prática me fez evoluir pouco. Primeiro porque tudo é treino, né? Depois, como eu poderia melhorar o meu desempenho sem ajuda profissional?

Descobri que o surfe é bem difícil e o mais fácil é ficar em pé na prancha. Passar a arrebentação, o “maledeto” joelhinho (quando você apoia o joelho na prancha para ficar submersa e furar as ondas…esse até hoje não consigo direito), são muito mais difíceis e requerem muito treinamento. Manobras então… nem vou comentar rs! Isso me frustrava bastante, mas minha vontade era maior e por isso não desisti. Claro que entendo as pessoas que desistem antes mesmo de começar a pegar o gostinho. É difícil mesmo! Quando conseguia uma ondinha que fosse, nossa senhora! Que sensação boa de Vitória!

Muita gente me perguntava: por que você não tenta de long? Eu respondia toda preconceituosa, como se longboard fosse coisa de iniciante e de quem não conseguia ficar em pé na pranchinha: Ah! Não curto longboard. Já não consigo passar a arrebentação de pranchinha, imagina com um long?!

Estava enganada! Uma das coisas que aprendi é que passar a arrebentação de longboard é uma tarefa um tanto trabalhosa, mas é jeito!!! Vim morar na praia e fiz minha pranchinha com um Legend de São Sebastião, o meu atual mestre, Carlos Sheriff, que caprichou numa pranchinha para mim. Eu escutava atentamente seus conselhos. Ele tentava me levar para o “bom caminho”. Evolui, mas ainda assim nada de mais. Continuava insistindo na pranchinha.

Até que um dia vi uma figura chamada Adriano Negão (uma fera do Longboard na Maresias) dando aula para uma menina com o pranchão dele. Fiquei intrigada, e falei quer saber?! Vou subir nesse “troço”. Peguei o pranchão do meu marido e consegui, em um mar minúsculo (menor que meio metrinho), pegar muitas ondinhas. Aquilo me fez um bem danado. Eu me senti potente e sai satisfeita num mar quase sem ondas!

Assisti a um vídeo de surf com longboard e vi que não era coisa de aprendiz, mas sim OUTRA MODALIDADE do esporte. O pranchão combinava mais comigo, vibrava diversão em qualquer situação, e as pessoas não pareciam querer “quebrar as ondas” e sim fazer o que ela te pedia. Preciso dizer que o Leo perdeu o Longoboard dele?!?! Isso foi há cinco anos e costumo dizer que o bichinho do surfe me picou de vez. Aprendi o real significado da palavra FISSURA! De lá pra cá, foi paixão mesmo, ainda tive que engolir cada um dos amigos me falando: tá vendo?! Falei que você tinha cara de longboard!? Hahahaha.

Meu surfe evoluiu e não desaprendi a surfar de pranchinha, pelo contrário, ganhei força na perna e remada. Até levei a pranchinha várias vezes à praia, mas a verdade é que o pranchão é tão apaixonante que fica difícil eu querer a pequena, só quando realmente o mar não dá condições. Em minha opinião, o estilo é muito mais bonito para mulheres. O mais incrível da modalidade é fazer muitas amizades, pois a galera é sempre good vibes no mar! A cada dia temos um novo desafio, como fazer com que pareça fácil as manobras que são extremamente difíceis de executar. Quando você consegue qualquer uma delas, seja do jeito que for a sensação é indescritível.

O que mais me encanta no Longoboard é surfar sempre com um sorriso no rosto rs. E você? Ainda não se rendeu? Vamos juntos nessa aventura! Te espero no mar!

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Vídeo de dia das mães para minha mamãe

Oi Pessoal,

Esse foi um vídeo que fiz para o meu primeiro dia das mães e em homenagem a minha mamãe. Precisei virar mãe pra entender totalmente é perfeitamente a minha.

Muito amor e muita gratidão!

Espero que gostem!

Vídeo de dia das mães pra minha mamãe

Febre amarela, quem são as vítimas?

Atualmente estão me perguntando sobre a “Febre Amarela”, que assusta muitas pessoas, a ponto de todas correrem para postos de saúde, como se estivéssemos em meio de uma epidemia.

Para isso, precisamos voltar para 5 de novembro de 2015!

O pior acidente da história da mineração Brasileira ocorreu nesta data, em Mariana/MG. Houve rompimento da barragem (Fundão) da mineradora Samarco, que é controlada pela Vale do Rio Doce e pela BHP Billiton. Lembram? O pilar ambiental foi abalado, consequentemente os restantes, de saúde animal e humana só precisavam esperar para ver o que iria ocorrer.

O solo foi coberto por uma mistura de lama, água e óxido de ferro. Em torno de 62 milhões de metros cúbicos! Levará anos para secar, tornando-o infértil e extinguindo inúmeras espécies que precisam dele para sobreviver.

A água das chuvas acaba acumulando nesse solo irregular, formando charcos, favorecendo o desenvolvimento dos mosquitos que costumeiramente eram retidos dentro das florestas. Atualmente a devastação permite que a maioria vá para dentro das cidades, abrangendo novos hospedeiros: animais e seres humanos.

Sobre os rios, lagos e mares, sabemos que muitos viviam da pesca e tiveram suas casas também devastadas. O que você faria? Além disso, houve desequilíbrio na cadeia alimentar, tendo em vista que os peixes que se alimentavam das larvas do mosquito que transmite a Febre Amarela, foram mortos pela contaminação. Atualmente, os poucos peixes sobreviventes procriam, entre outras espécies que foram prejudicadas.

O Rio Gualaxo do Norte, que é afluente do Rio Carmo, que deságua no Rio Doce, abastece uma grande quantidade de cidades. Esse rio atualmente está poluído e com vários peixes mortos. E finalmente os mares, atingidos, afetam diretamente a vida marinha.

A contaminação dos animais, por inúmeros desastres ambientais, atinge nós seres humanos. A transmissão da febre amarela, segundo inúmeros infectologistas, é feita somente pelo mosquito Aedes Aegypti; ou Haemagogus e Sabethe. Os macacos, assim como os seres humanos, são vítimas da Febre Amarela, Dengue e Chicunkugnia, que também pode matá-los, e não efetivos causadores, como muitos podem erroneamente pensar.

Alerta: Não estamos em estado de epidemia! A última grande epidemia que o Rio de Janeiro enfrentou foi em 1929 e o último caso de febre amarela urbana no Brasil foi registrado em 1942, na cidade de Sena Madureira, no Acre. Se você nunca tomou a vacina da Febre Amarela, vá a um posto de saúde próximo. Não existe motivo para desespero.

Os animais e os seres humanos são vítimas da Febre Amarela. No entanto, o “homem” acaba sendo vítima dele mesmo, pois somos seres racionais e sabemos as consequências de nossos atos! Não matem mais animais, eles já foram suficientemente impactados assim como você!

Esportes e a maternidade

Oi pessoal,

A vida de mamãe está me ocupando muitíssimo mesmo! Por isso ando sem tempo para escrever, mas além disso, estou tentando com todas as forças manter as atividades físicas, e principalmente o surfe.Slide17

Não está sendo nada fácil, percebi que minhas “quedas no mar” e/ou atividades duram no máximo 1 h e ainda dependo de uma outra pessoa para ficar com o bebê, no caso tem sido o papai Leo ou a “batian” (vovó em japonês). Não posso mais surfar em dias de chuva, ou em dias de tempo ruim, pois o Leozin não pode ficar na praia me esperando tomando friagem. Mas é possível, é mais trabalhoso, mas basta estar disposto!

Também tive que aprender a fazer tudo com uma mão só! Isso mesmo, enquanto o bebê quer colo, temos que realizar outras atividades como abrir e fechar coisas, cozinhar, ou pegar um copo de água…enfim. E, mesmo eu praticando em menor escala, ainda assim sinto claramente os benefícios. Para começar meu corpo ainda está voltando ao que era, ganhei 10 quilos em 9 meses e perdi 14 em 4 meses, então tá tudo muito flacido né?! É preciso fortalecer tudo denovo, para a pele acompanhar esse retrocesso. IMG_3780

O fortalecimento da região lombar, abdominal, e principalmente os braços são super importantes para não sobrecarregar a coluna e as articulações com o peso do bebê que só aumenta com o passar do tempo, as vezes chego a carregá-lo por horas e isso com certeza causa dores em tudo! rsrsrs… E a nossa grade aliada, a endorfina, que traz um bem estar gigante nesse turbilhão de hormônios que tomam conta da gente.

No mês passado, fui convidada a participar de um encontro de mães blogueiras aqui em São Sebastião, o “Mãeresias” e lá, além de conhecer mamães e histórias incríveis, falei um pouco sobre como foi a minha gestação e como as atividades físicas me beneficiaram, principalmente segundo minha médica, para o sucesso do parto normal.IMG_5016

Uma das mamães do encontro, a queridíssima Vanessa Medeiros fez uma entrevista comigo no blog “Quando você chegou” . Ela fez um vídeo sobre o mesmo tema no seu  Canal do Youtube que ficou muito legal! IMG_4950

Dá uma passada por lá, veja meu depoimento sobre como foi surfar na gravidez e como foi meu preparo para o parto, também tem muita coisa bacana tanto para as mamães, quanto para quem quer entender um pouco mais desse mundo.

Mais pra frente quero contar com detalhes como foi meu parto, e a minha volta aos treinos para alcançar novamente o preparo de antes, para animar todas as mulheres que queiram praticar esportes!

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Agora sei que tenho que ter paciência e aproveitar o meu pequeno sem cobranças, apenas com o objetivo de estar bem e equilibrada, para curtir muito cada momento com o pequeno Leo e conseguir desempenhar um papel ainda mais desafiador que é a #maternidade!

Beijinho até mais!

Se gostou, deixa seu recado aí pra mim! 🙂 Vou adorar!!! E vou adorar saber da sua história também! 13814525_10154942789798238_1369554188_n Continuar lendo

Fui entrevistada pela Surftoday!

Olá pessoal!

Sei que faz um tempinho que não escrevo, mas me perdoem…a gravidez veio como um turbilhão na minha vida!

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Depois disso, o pequeno Leo…e eu aprendendo a ser mãe…quero contar com detalhes como foi e está sendo isso 😉 Aliás hj fazem 2 meses que ganhei esse presentão do papai do céu!

Mas durante a gravidez, consegui responder algumas perguntas da Karina Barone para o site surftoday.com e falei um pouquinho sobre meu trabalho, surf, competir, e a gravidez…dá uma espiadinha lá! entrevista na íntegra

beijos e até mais

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O Surf, saúde, qualidade de vida e o meio ambiente: qual a relação?

Como ser um surfista e não estar conectado à natureza?

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Todo surfista ou amante do mar, sempre quer saber do vento, das correntes, da maré, adora sentir uma brisa no rosto, a pele salgada, sonha estar com golfinhos e tartarugas em praias limpas de águas cristalinas.

Dá maior importância para a pratica da atividade física que cansa seu corpo e tranquiliza

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Lixo que encontrei no mar enquanto surfava no Guarujá 😦

sua mente, sobrando aquele sorriso bobo no rosto e sensação de bem estar. Odeia quando vê um saco plástico boiando no mar ou uma praia com lixo deixado na areia, valorizando uma vida simples e saudável ao invés de luxuosa.

Médicos e psicólogos recomendam a prática do esporte como terapia, sabendo do estilo de vida embutido, e hoje o surf está em ascensão, diferente de décadas passadas em que o esporte e os praticantes eram marginalizados.

Esse conceito de “life style” que vem conquistando espaço, é muito mais importante do que se imagina. Uma vez que os seres humanos fazem parte da natureza, sofremos com a degradação ambiental, e os fatores que levam à degradação são os mesmos que levam à perda da qualidade da saúde humana. São estes: mudanças climáticas, super-exploração dos recursos biológicos, poluição, ocupação desordenada de áreas, má gestão de resíduos, entre outros, sendo que atualmente passamos por uma das maiores crises mundiais, com catástrofes ambientais históricas.

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Ave marinha (atobá-marrom) com saco plástico estrangulando seu pescoço. Esse nós conseguimos salvar! 🙂

 

Esse processo é contínuo, lento, de longo prazo, e pouco visível, por isso a maior parte das pessoas não se dá conta, porém é sabido que a maioria dos surtos de doenças infecciosas conhecidas foi decorrente de alterações ecológicas complexas. O comprometimento da saúde física, distúrbios psicológicos e psiquiátricos, a desintegração social, doenças emergentes, etc. não podem estar desvinculados da falta de fornecimento de água, saneamento básico, alimentos e ar limpo por exemplo.

Hoje, temos um total de 11.046 espécies animais ameaçadas de extinção, sendo a causa principal o desaparecimento de habitats naturais, afetando 24 % das espécies de mamíferos, 12 % das aves, 25 % dos répteis, 20 % dos anfíbios e 30% dos peixes.

Como surfista e médica veterinária que sou, faço questão de contar-lhes o quão importante pode ser reduzir consumos, evitar desperdícios, separar seu lixo, cuidar e diminuir resíduos, ou seja, a adoção de medidas sustentáveis no nosso dia-a-dia que farão grande diferença para a conservação da natureza.12030269_10208397276915965_4626466373835618352_o

Sintam-se parte disso! E mesmo que você não seja um surfista, ou amante da natureza, não sonhe em nadar com golfinhos…aposto que gostaria de estar com saúde, não é mesmo? 😉

 

 

 

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Como começar a surfar? É facil?

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Pra quem se interessa por essa atividade física fantástica, o surfe realmente é transformador. Além de um esporte completo, o contato com a natureza, faz com que viva o momento presente, descarregue todo o estresse e recarregue com boas energias!

Não, não basta só uma prancha, e não ter medo do mar…primeiro vou contar um segredinho para todos vcs: Todo surfista tem medo do mar! Em algum momento, sente um medo sim, seja aquele “medinho” ou o famoso “frio na barriga”, seja o medo de ondas grandes, de tubarões…rsrs enfim.

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Esse tubarão na foto é uma montagem gente, brincadeirinha…rsrs

Então se vc pensa em começar, não tenha vergonha de sentir medo, nem de “arregar” para um mar que vc não se sinta confortável, simplesmente respeite o mar! respeite seus limites! E qual é o problema de surfar ondas pequenas?? O importante é surfar não é??!

A atividade tem que ser prazeirosa e não te causar traumas para que não queira voltar tão cedo a ver uma prancha.

Também é muito importante que vc saiba nadar, não precisa ser atleta e saber todas as modalidades, simplesmente que consiga se manter tranquilo e se deslocar com facilidade na água, o famoso “cachorrinho” ajuda muito sempre.

Não é fácil, apesar de vermos as imagens dos surfistas deslizando em suas pranchas, caminhando e remando com tranquilidade. A primeira vez que deitei em uma prancha e ela não parava quieta, até eu conseguir me equilibrar deitada e depois sentar, tardou muitos minutos e dores musculares de lembrar-se por alguns dias após.

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Por isso, aí vai minha primeira dica: incrivelmente, escolha dias que não tem onda para fazer sua primeira aula, ou tentativa de surfar, pois a primeira coisa a se estabelecer é intimidade com a prancha, e em dias de mar agitado, ou com ondas, isso se torna uma tarefa quase que impossível!

Eu comecei na “raça” como dizem, indo com amigos e ganhando dicas, mas hoje em dia 1916976_10208786040434810_4436988894846838121_nexistem muitos profissionais qualificados que tem uma didática específica para ensinar o surfe, e a minha segunda dica é: escolha um professor de surfe, ou uma escolinha de surfe, de preferência um profissional habilitado para isso como um educador físico, ou um atleta. Vc vai aprender mais rápido com certeza, terá pelo menos 1 hora toda com uma pessoa para te dar total atenção, e o mais importante, com segurança, com aquecimento, alongamento, tudo do melhor jeito possível para que o seu início seja exitoso, e te deixe aquele gostinho de “quero mais”.

Ah! e provavelmente na escolinha, ou o professor terá uma prancha para o seu início, até que vc tenha alguma prática e decida qual será a melhor prancha para se investir. Os preços variam entre 50 a 150 R$ a hora, dependendo da praia e da temporada, o que é melhor que gastar uns 600 a 1500 R$ em uma prancha (das mais baratas) se esfolar todo durante meses e se frustrar, até descobrir que aquela não era adequada para vc.

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Aqui em São Sebastião onde, eu moro, existem ótimos profissionais e amigos, como o Abolição na praia de Maresias; a Escola de Surfe Meio da Baleia com o professor Heitor na praia da Baleia; na praia de Guaecá na temporada temos o professor Gedeon e também o Cristóvão; e em Santos a primeira escola de surf municipal no Posto 2 com o mestre Cisco Arana, Isabela Panza e Carolina Leite e a Escolinha do Picuruta Salazar no Quebra-mar. Mas por onde procurar encontrará um bom professor de surfe!

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Eu, sempre que posso, faço uma aulinha com algum deles pra correção de movimentos, aperfeiçoamento da remada, e por pura diversão também pq sempre tem uma galera show!

Qualquer um pode, sem restrição de idade, sexo, cor, tamanho, deficiência, etc. é só querer! Se estiver mesmo disposto surfar é possível nessa vida sim! O que está esperando? E a regra é simples: só saia de um dia de surfe com um SORRISO no ROSTO! 😀

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Por que um blog?

Olá pessoal!

Achei que essa seria uma maneira de me conectar um pouquinho com vocês além do facebook, instagram, twitter…

Aqui vou contar melhor sobre as minhas aventuras, dia-a-dia, experiências, parcerias, dicas de saúde, de conservação, do surf, etc, etc…

Nessa vida de veterinária de animais marinhos aprendi a respeitar o mar e vou compartilhar isso com todos!

E depois de muita insistência, hoje sou uma surfista amadora que quer incentivar o máximo de pessoas a praticar essa atividade física incrível que transformou minha vida!

Então, se você gosta desse estilo de vida…”vambora comigo cair no mar!”

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